quinta-feira, 26 de julho de 2007

Para onde foi a minha infância?

Agora a moda é curtir as festas Ploc, retornar ao som das bandas dos anos 80, assistir aos clipes e até mesmo aderir novamente o vestuário dessa década, que até então era reconhecido como a década perdida.
De fato quem não se lembra de desenhos como Tom e Jerry, Flintstones, Thundercats, Snoopy, Smurfs, Caverna do Dragão, Família Adams, enfim uma demanda gigantesca desses personagens que marcaram a nossa infância.
Hoje muitos de nós filhos da década de 80 estamos casados, inseridos profissionalmente, alguns até com filhos, enfim nos tornamos adultos. Mas e esses personagens para onde foram? O que fazem? Através de uma árdua pesquisa (mentira) na rede fui encontrando algumas versões que nos revelam onde foram parar esses tão importantes participantes da infância 80.
Comecemos, então, pelos adoráveis Smurfs. O texto não revela o que fazem o hoje, mas nos mostra uma versão mais adulta da verdadeira origem desses lindos bichinhos azuis....
Desde que se tornaram populares, os Smurfs receberam várias interpretações mais... adultas. A mais conhecida é a do “comunismo azul”, reinante entre os pequenos homenzinhos. Os argumentos são criativos: primeiro, há a semelhança do Papai Smurfe com Karl Marx – de farta barba branca e vestido de vermelho. Humm... vermelho diz tudo (mas o que garante que ele não seja inspirado no papai noel?). Além da liderança suspeita, há o modo de vida: todos os smurfs são iguais, compartilham de tudo e não dão valor ao dinheiro – aliás, eles nêm tem uma moeda smurf. O contraponto é o Gargamel, personificação do sistema capitalista, que queria capturar os smurfs e transformá-los em ouro.
Outra teoria diz que a série, na verdade, é uma propaganda do regime nazista e os smurfs, pertencentes à Ku-Klux-Klan. As evidências são quase delirantes: primeiro, os gorros pontiagudos, característicos da KKK. Gargamel representaria os Judeus, com nariz grande, muito dinheiro e roupa preto. A Smurfete seria o ideal de beleza ariano, com os longos cabelos loiros.
E para completar o aspecto racista do desenho, os smurfs, sempre azuis, ficam pretos quando se tornam malvados. (!)
Nem os cogumelos e nem a Smurfete foram perdoados: para explicar a eterna felicidade dos smurfs, há quem diga que o Papai Smurf fabricava poções alucinógenas. E dizem as más linguas que o talento da garota Smurf (já que todos têm que ter um) seria prestar favores para os rapazes da vila, e deixá-los feliiizes, feliiizes. Quanta maldade.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Sonorização

Bem, se eu pudesse escolher uma música para sonorizar este blog com certeza seria essa...


Somewhere Over The Rainbow

Algum lugar além do arco-íris
Acima das montanhas
Há uma terra que eu ouvi falar
Uma vez em uma canção de ninar

Algum lugar além do arco-íris
Onde o céu é azul

E os sonhos que você ousa sonhar
Realmente tornam-se realidade.

Um dia eu quis alcançar uma estrela
E acordei onde as nuvens estão longe
Onde problemas se derretem como balas de limão


No lugar acima do topo das chaminés
É onde você me achará!
Algum lugar além do arco-íris
Pássaros verdes voam

Pássaros voam além do arco-íris
Por que eles oh eu não posso?
Então se os pequenos pássaros azuis voam
Além do arco-íris
Por que oh por que eu não posso?





Apresentações





Segundo a Wikipedia....


A Terra do Nunca é uma ilha fictícia do livro Peter Pan, do escritor escocês J. M. Barrie. Nela as crianças não envelhecem. Entretanto, isso é visto como uma metáfora para infantilidade eterna (e infância), imortalidade e escapismo. Nos primeiros rascunhos de Barrie, a ilha foi chamada “A Ilha do Nunca, Nunca, Nunca de Peter Pan”, por causa de um distrito da Austrália. Quando o filme foi feito, a ilha foi descrita como “Terra do Nunca, Nunca”. Na publicação, entretanto, foi abreviada para “Terra do Nunca”, apenas.

Quero lhes apresentar um lugar...

Onde os principais personagens são as “Sininhos”, os “Garotos perdidos”, as “Wendys”, os “Peters Pan”, que num lapso de evasão são transportados a um lugar que lhes seja permitido mostrar suas infantilidades, suas indignações, suas percecpções de mundo, as suas criações. Uma Terra onde os “Capitães Gancho” serão sempre derrotados, onde conseguimos ouvir a tic-tac “dos crocodilos”, onde haja encanto e magia até mesmo quando não exista...

Sejam Bem Vindos a Minha Terra do Nunca!!!!