
Era uma vez uma menina que cresceu ouvindo rap, rock e mpb. Ela gostava de Fagner, Elis Regina, Beatles, Rappa e Sandy Junior. Confusa? Talvez. Mas era mulher camaleoa, daquelas do leito perfeito que rapta e adapta o mundo a sua volta. Daquelas que ouve o que tem que ouvir e entende como o quer, que tem amor em seus planos, que tem impulsos não tão perfeitos quanto o seu amor. Que sonha, e sonha intensamente com coisas e torna esses sonhos tão reais, tão reais em seu imaginário que os vive sem ser necessário que os realize para que seja visto.
Acredita em música, em poesia e pasmem, acredita em um mundo melhor. Um mundo onde todos sejam o que são, um mundo que reine não a paz fúnebre das passeatas, mas a paz espontânea onde todos sejam o que são de fato e que não se confundam com o ser do outro. Um mundo de respeito, cumplicidade e acima de tudo sinceridade. Um lugar onde se permita gostar de “milho amarelo” e não de “verde”, um lugar onde filmes clichês com final feliz não seja considerado coisa de ignorante, que o prazer e o bem estar dependa apenas de ser quem somos e ponto.
Paraíso artificial? Não, não! Paraíso concreto feito de arte, de amigos, de possibilidade de sonhar. Sonhar com o que não seja obvio, não sonhar mais com o fim da fome ou o fim da guerra, mas sonhar em nadar numa piscina de chantili ou voar. Frieza ver crianças morrendo de fome no mundo e pensar numa coisa dessas? Se o Bush pensasse construir uma piscina de chantili pra cada cidadão norte americano não teria tempo de invadir o Iraque; se o Hitler se casasse com uma judia poderia se divertir muito mais com sua festa de casamento (mais que rave!) do que manter a “raça impura” em campos de refugiados e aniquila-los como se estivesse num vídeo-game e daria muito menos prejuízo a sua Alemanha; se judeus e palestinos se preocupassem em dar infância as suas crianças a faixa de gaza poderia ser um parque de diversões; se o Palácio Central se tornasse um circo (não que não o seja) daria mais qualidade de vida ao povo brasileiro, ao menos teríamos motivos menos ordinários para dar gargalhadas.Será que ela é errada?
Como é mesmo...? Mulher camaleoa, né?! daquelas que rapta e adapta o mundo ao seu redor! Politicamente correta? Mudar o mundo? Não, não. Ela só quer o Carpe Diem, através da música, dos amigos, do amor e que o mundo se adapte a suas futilidades.
Hã, Vê se pode uma coisa dessas?!
Acredita em música, em poesia e pasmem, acredita em um mundo melhor. Um mundo onde todos sejam o que são, um mundo que reine não a paz fúnebre das passeatas, mas a paz espontânea onde todos sejam o que são de fato e que não se confundam com o ser do outro. Um mundo de respeito, cumplicidade e acima de tudo sinceridade. Um lugar onde se permita gostar de “milho amarelo” e não de “verde”, um lugar onde filmes clichês com final feliz não seja considerado coisa de ignorante, que o prazer e o bem estar dependa apenas de ser quem somos e ponto.
Paraíso artificial? Não, não! Paraíso concreto feito de arte, de amigos, de possibilidade de sonhar. Sonhar com o que não seja obvio, não sonhar mais com o fim da fome ou o fim da guerra, mas sonhar em nadar numa piscina de chantili ou voar. Frieza ver crianças morrendo de fome no mundo e pensar numa coisa dessas? Se o Bush pensasse construir uma piscina de chantili pra cada cidadão norte americano não teria tempo de invadir o Iraque; se o Hitler se casasse com uma judia poderia se divertir muito mais com sua festa de casamento (mais que rave!) do que manter a “raça impura” em campos de refugiados e aniquila-los como se estivesse num vídeo-game e daria muito menos prejuízo a sua Alemanha; se judeus e palestinos se preocupassem em dar infância as suas crianças a faixa de gaza poderia ser um parque de diversões; se o Palácio Central se tornasse um circo (não que não o seja) daria mais qualidade de vida ao povo brasileiro, ao menos teríamos motivos menos ordinários para dar gargalhadas.Será que ela é errada?
Como é mesmo...? Mulher camaleoa, né?! daquelas que rapta e adapta o mundo ao seu redor! Politicamente correta? Mudar o mundo? Não, não. Ela só quer o Carpe Diem, através da música, dos amigos, do amor e que o mundo se adapte a suas futilidades.
Hã, Vê se pode uma coisa dessas?!
Nenhum comentário:
Postar um comentário